PARAGUAI – BRASIL


O Paraguai se finge de pobre para enganar o Brasil

Fernando Lugo, o bispo presidente, sedutor, vive com um pires atrás de Lula pedindo um dinheirinho para o seu pobre país, está no congresso um pedido de autorização para aumentar em 300% o valor que se paga pela energia de ITAIPU. Um economista brasileiro, prova, na Veja desta semana que os dados de pobreza do Paraguai são tão falso como o uísque escocês da Ciudad del Este, e que o país é mais rico e promissor que o Equador e a Colômbia

Foto: Associate Press

FALSO MEDIGO: – Com esse papo de coitadinho, o bispo Fernando Lugo, atual presidente do Paraguai, fez quatro filhos nas beatas das paróquias, Lula precisa ter cuidado


Fontes: Revista Veja

Os amigos de Lula não cansam de sacaneá-lo. Na sua ambição de ser reconhecido internacionalmente como a Madre Tereza de Calcutá da America Latina, sempre em detrimento do Brasil, protege, perdoa e acarinha os presidente do continente e alhures, metendo a mão

Ora perdoando Evo Morales quando no toma uma refinaria, ou quando envia toneladas de cocaína, ora age em aumentar o preço pela energia paga por Itaipu, quebrando um contrato inatacável, que existe entre os dois países.

Sempre achando que os dois são pobrezinhos e que nos devemos praticar justiça social entre nações, pois o Brasil é rico, sem problemas e deve ajudar os vizinhos, são oferecidos, a eles, dinheiro, compreensão, perdão de dívidas e financiamento de melhoria para infraestrutura com dinheiro do BNDES.

A revista Veja dessa semana publica um levantamento do economista Wagner Enis Weber, diretor do Instituto de Estudos Econômicos e Sociais do Paraná-Paraguai (Ineespar), mostrando que o Paraguai disfarça-se de mendigo a enganar o Brasil.O estudo detectou que os dados do produto interno bruto (PIB, o total de mercadorias e serviços produzidos) divulgados pelo Paraguai, são tão falsos quanto os cigarros contrabandeados para o Brasil.

Oficialmente, o PIB per capita é de 2 300 dólares. O valor correto, dependendo do cálculo, pode chegar a 6 160 dólares, o suficiente para fazer o país subir quatro posições no ranking regional da riqueza, à frente de Colômbia e Peru.

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, elegeu-se em 2008 com a promessa de arrancar alguns trocados do Brasil, mas a prática de subestimar o PIB não é uma invenção dele: existe há pelo menos trinta anos.

Um exemplo de como a falsificação das estatísticas oficiais é usada para atrair a caridade internacional é o Focem, um fundo do Mercosul cuja finalidade é ajudar seus membros a fazer obras de infraestrutura. O Paraguai contribui com apenas 1% do fundo, mas tem direito a metade do dinheiro, quase 50 milhões de dólares por ano.

O tamanho da economia e o grau de desenvolvimento do país beneficiado são um dos principais critérios para a distribuição do recurso. Ao se fazer passar por pobre, o Paraguai também consegue adiar a adesão à tarifa externa comum do Mercosul. Com isso, os produtos importados da China, por exemplo, são mais baratos no Paraguai do que no Brasil. A adoção da tarifa comum levaria ao fim do comércio de sacoleiros em Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu.

O argumento do vizinho pobre foi usado por Fernando Lugo para convencer o presidente Lula a dar uma nova esmolinha: o aumento do valor pago pela energia da hidrelétrica de Itaipu. O projeto de lei que triplica o preço da eletricidade a que o Paraguai tem direito, não consome e por isso exporta para o Brasil já está sendo analisado por três comissões do Congresso Nacional e pode ser votado ainda neste ano.

A nova lei brasileira aumentaria de 120 milhões para 360 milhões de dólares anuais o valor pago pelo Brasil ao Paraguai. O autor do projeto, o deputado Doutor Rosinha (PT-PR), não encontrou explicação técnica para aumentar o preço da energia de Itaipu, mas confirmou o caráter filantrópico da medida:

“Esses 240 milhões de dólares adicionais podem fazer grande diferença num país ainda muito pobre como é o Paraguai”, diz o texto de justificativa da lei. Muito pobre? Não é o que diz a Pesquisa Permanente de Lares, feita pe-lo governo paraguaio em 2008. O levantamento revelou que a renda das famílias paraguaias é de 17,9 bilhões de dólares.

O fato de os rendimentos familiares serem superiores ao PIB oficial comprova que o tamanho da economia paraguaia é subestimado. Caso contrário, os salários pagos no país teriam de ser mais altos do que o valor de todos os bens produzidos e serviços prestados pelos trabalhadores. Trata-se, portanto, de uma aberração estatística.

Há diversas maneiras de estimar o verdadeiro PIB paraguaio. Se for incluído na conta um conjunto de critérios como a posse de bens duráveis e a renda das famílias, o PIB pode chegar a 38,4 bilhões de dólares, segundo Weber.

O Paraguai é o único país no continente americano que não possui um instituto nacional de estatísticas, como o IBGE brasileiro. O PIB é calculado pelo banco central com base em critérios diferentes dos aceitos internacionalmente.

Um exemplo: a produção de energia das hidrelétricas de Yacyretá, na fronteira com a Argentina, e Itaipu não é contabilizada. As usinas são classificadas pelo banco central como organismos internacionais, e não como empresas públicas. Só esse truque reduz em 2 bilhões de dólares o cálculo do PIB. A maquiagem é ruim para o país porque, sem estatísticas confiáveis, é impossível fazer previsões econômicas e acertar nos investimentos.

O Paraguai começou a enriquecer em 1984, quando a hidrelétrica de Itaipu passou a fornecer energia abundante para os dois lados do Rio Paraná (o Paraguai não precisou desembolsar um tostão na construção).

Foto: Oscar Cabral /Veja


INVEJA DO VIZINHO – Shopping center e carros importados em Assunção, acima: consumo semelhante ao dos brasileiros

No início dos anos 80, havia cerca de 1 500 indústrias no país. Hoje, são nove vezes mais. A agropecuária é uma das mais produtivas do mundo, com mais cabeças de gado por habitante do que no Brasil. No leste do país, próximo ao Paraná, a paisagem é dominada por plantações de soja e girassol.

O Paraguai é o quarto maior exportador de soja do mundo. Assunção é uma cidade arborizada, com shopping centers, bares, churrascarias e franquias estrangeiras. Por que, com toda essa riqueza, os governantes paraguaios insistem em pedir esmolas? Por incompetência administrativa. Enquanto o Brasil sofre com um estado paquidérmico, o Paraguai peca pela quase inexistência estatal.

Não há imposto de renda, somente uma taxa de 10% que incide sobre produtos e serviços. “A carga tributária excessivamente baixa pode ser um inibidor do desenvolvimento, pois impede o estado de prestar serviços fundamentais como saúde e educação”, diz o economista Maílson da Nóbrega.

Para piorar, o pouco que se arrecada é desviado. O Paraguai é um dos países mais corruptos do mundo. Na América Latina, só perde para a Venezuela no ranking dos larápios. E depois vem pedir dinheiro aos vizinhos.

Está na internet como definição de paraguaio: “Na verdade são alienígenas que querem dominar o mundo vendendo importados da china.”

Foto: Leon/Archivolatino

TARIFA DOS SACOLEIROS – O país se faz de coitado para não aderir às regras do Mercosul, que prejudicariam o comércio sacoleiro em Ciudad del Este



*Acrescentamos comentários, fotos e legendas e suprimimos parte do texto original da Revista Veja

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