CORRUPÇÃO NA CASA CIVIL

Degolaram Erenice para tentar salvar Dilma

O presidente Lula mandou a Ministra Chefe da Casa Civil Erenice guerra pedir demissão, pois, o escândalo da Casa Civil que cresce a cada momento, vai chegar indubitavelmente no colo da candidata Dilma Rousseff que era a Chefe da ministra agora demitida, quando toda a tramóia aconteceu.

Ilustração Revista Veja

BOM CABRITO NÃO BERRA – Erenice vai segurar toda a barra de chefe da corrupção da Casa Civil, para poupara sua amiga e parceira Dilma, o governo por certo prometeu ajudá-la após as eleições

Toinho de Passira
Fontes: Veja Abril, Correio Braziliense, Folha de São Paulo, Reuters, Estadão


Erenice Guerra, a laranja de Dilma Rousseff, foi obrigada a pedir demissão, na manhã de ontem, pois o escândalo da sua atuação chefiando uma família pendurada nas tetas dos cofres públicos respingou na sua protetora, abalando o salto alto da candidata petista.

A carta renúncia da Chefe da Casa Civil, foi produzida pelo Ministro da Comunicação Franklin Martins, o mesmo que redigiu o texto terrorista quando seqüestrou o embaixador americano em 1969.

Nela a Erenice Guerra se diz chocada com o que a imprensa está divulgando, agradece Lula por tê-la nomeado Ministra e diz que pediu demissão para ter tempo para defender-se e a sua família depois das denúncias trazidas à tona pela revista Veja que acusa Israel Guerra, filho da ministra, de intermediar contratos de uma empresa de transporte aéreo MTA com os Correios mediante pagamento de propina.

Desde a publicação da VEJA as coisa só tem piorado para Erenice Guerra, em reportagem publicada nesta quinta O Correio Braziliense mostra a atuação de Erenice nos bastidores do poder também no Distrito Federal, com parentes exercendo funções comissionadas em postos-chave de órgãos do Governo Distrital:

Israel Dourado Guerra, filho da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, foi descoberto como funcionário fantasma da Terracap, uma empresa do Governo Distrital. Ocupava um cargo comissionado, com um salário de R$ 6,8 mil, mas não dava expediente. Ninguém o conhecia na empresa.

Ontem também, o Jornal Folha de São Paulo, revela que o mesmo filho da ministra, Israel Guerra, cobrou dinheiro de uma empresa para obter liberação de empréstimo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Rubnei Quícoli, consultor da empresa EDRB do Brasil, afirmou ter recebido da empresa Capital Consultoria, de filhos de Erenice, proposta de pagamento que incluíam o pagamento de 40.000 reais mensais à Capital durante seis meses, além de uma comissão de 5% sobre o valor do empréstimo, de 9 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) num projeto de geração de energia solar.

Após o contato com a Capital Consultoria, representantes da EDRB foram recebidos por Erenice em audiência oficial na Casa Civil. Na ocasião, ela ainda ocupava o cargo de secretária-executiva da pasta, cuja titular era Dilma Rousseff, a candidata à Presidência pelo PT.

No meio da negociação, em 29 de março, a empresa informou, que após ter o BNDES rejeitado o pedido de empréstimo, foi procurado por Marco Antônio Oliveira, um dos sócios da empresa do filho da Ministra, que teria dito que a questão no BNDES podia ser resolvida, desde que a EDRB desembolsasse R$ 5 milhões para saldar despesas de campanha de Dilma.

Sentindo-se chantageada, a EDRB decidiu cortar as relações com os lobistas.

Segundo a revista Veja, a queda da Ministra não se deu por causa dos escândalos, aos olhos do Planalto e do PT, no entanto, o erro mais grave de Erenice foi relacionar o seu caso à campanha presidencial, dizendo que os ataques eram um ato de desespero de um candidato – o tucano José Serra – “já derrotado”. Todo o esforço da campanha de Dilma Rousseff era para manter dissociadas as questões da Casa Civil e do processo eleitoral.

Fica claro que todo o processo de corrupção trazido à tona até agora, a ministra degolada Erenice Guerra era Secretaria Executiva da Casa Civil, a verdadeira chefe e responsável por toda essa tramóia é a candidata Dilma Rousseff, para quem era pedido e exigido ajuda econômica para a campanha milionária que agora acontece.

Erenice e sua família apenas se aproveitou do ambiente fértil de corrupção e resolveu cobrar também uns trocados, modestos 6%, coisa de bandido pequeno, diante das somas de milhões apropriados pela quadrilha principal da Casa Civil, cuja chefe era Dilma Rousseff, que agora se diz surpresa e atônitas com tantas coisa aconteciam ao seu redor, sem que ela soubesse.

O empresário empresário Rubnei Quícoli comprova que enviou, em fevereiro, ainda com Dilma Ministra, e-mails a quatro funcionários da assessoria especial da Casa Civil reclamando do fato de Israel Guerra ter-lhe cobrado propina para obter liberação de empréstimo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas foi ignorado. Dá para acreditar na inocência de Dilma?

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