O que é ser de direita’?

Opinião
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Por Francisco Vianna

POR QUE SOU CHAMADO DE ‘DIREITISTA’ E CONSIDERO ISSO UM ELOGIO?

O que é ser de direita’?

Esse rótulo é muito usado pelos esquerdopatas para acusar alguém de “radical”, de “insensível social”, que está se lixando para o social, e que é alguém extremamente perigoso, rígido, ultraconservador, contra o “progresso” da esquerda.

Tudo o que não for suficientemente esquerdista ao ponto de agradar esses canalhas, eles chamam de ultraconservador e/ou “extrema direita”.

Até a revista Veja, que sempre foi uma revista anticonservadora, contra os valores morais tradicionais e sempre apoiou o programa cultural esquerdista, sempre defendeu o PSDB, que é um partido de centro esquerda, social democrata, é chamada de EXTREMA DIREITA pelos esquerdopatas, pois para esses esquerdopatas, qualquer um que fale mal do PT e de seus aliados, seja denunciando suas práticas criminosas, ou simplesmente criticando, pra eles é motivo pra chamar quem faz isso de FASCISTA ultraconservador de extrema direita. Não me peçam para explicar o porquê do fascismo, uma das formas de socialismo mais radical, estar incluída no discurso esquerdopata como sendo “de direita”. O mesmo ocorre com o NAZISMO, que nada mais era do que o regime do Partido dos Trabalhadores do Nacional Socialismo alemão sob a liderança de Adolf Hitler. Fascistas e nazistas são tão de esquerda quanto os petistas, maoistas, sovietistas, bolchevistas, e bolivarianistas de hoje. É só dar uma lida nas suas doutrinas para ver que são, todos eles, uma mesma coisa…

PARA ENTENDER OS MOTIVOS DOS NOSSOS INIMIGOS USAREM ESSE TERMO, COMPREENDA OS FATOS DA ESTRATÉGIA MARXISTA PRIMEIRO.

Essa gente esquerdista domina a cultura nacional e o modo de pensar e de sentir dos brasileiros desde meados dos anos 70, quando começou no Brasil uma intensa campanha de “marxismo cultural”.

Marxismo cultural é o projeto e a ação de infiltrar ativistas marxistas em todos os postos que controlam e influenciam a opinião pública, que são as cátedras universitárias, os cargos de professores de cursinho pré-vestibular, editoras de livros didáticos, produtoras musicais, programas de TV diversos, programas de rádio, jornais, revistas, sites de notícias, telejornais, peças de teatro, novelas, e o mercado editorial, onde dominam boa parte das editoras (as maiores, as tradicionais, as mais famosas), e lhes determina o que pode ou não pode ser publicado, ou como deve ser publicado. Isso, no conjunto, controla a forma de pensar do brasileiro menos avisado.

Cria o “senso comum”, aquilo que todo mundo – ou pelo menos a maior parte do povo imbecilizado – aceita como verdadeiro, ou acredita ser o “politicamente correto”, e acaba por produzir os “perfeitos idiotas latinoamericanos”, impondo-lhes a opinião dominante nos meios acadêmicos, nos livros, na imprensa, etc.

E se é a opinião dominante, isso vira ‘senso comum’, onde a maior parte do povo pensa assim, sente assim, percebe assim, entende assim, raciocina assim, e acredita que é assim mesmo, porque outros têm a mesma mentalidade, e, portanto, isso deve ser a verdade.

E assim, esses canalhas marxistas implantaram tal “senso comum” do esquerdismo na população tupiniquim, que não lê e, por isso mesmo, mal fala, mal ouve, mal vê.

Na “opinião dominante” do grosso da população, na mentalidade pública, a ideia de “direita” é coisa ruim, é coisa do mal, e que a esquerda é a salvadora da pátria, a boazinha, aquela que pensa no pobre, no povo, e que seus militantes são os paladinos da justiça social.

Mas, a “Direita” não tem nada a ver com essa campanha massiva e constante de difamação e de estigmatização que é sistemática e constantemente promovida pelos esquerdopatas.

Assim, “ser de Direita” ou ser “direitista” consiste em:

1 – Ser a favor da liberdade econômica, do capitalismo privado de mercado, ou seja, do LIBERALISMO ECONÔMICO, contra o favorecimento de empresários que se mancomunam com o governo em troca de benesses, em busca de exclusividade e reserva de mercado, enquanto financiam políticos que se mantêm no poder graças a essa relação espúria entre poder político e poder econômico, público e privado. O nome disso é anticapitalismo, é o antiliberalismo, é a elitização do oligopólio e do monopólio, o clube dos “amigos do rei”, que se tornam sócios (melhor seria dizer “cúmplices”) do estado e, juntos, criam um poder totalitário. Ser de direita é ser contra cartéis, contra monopólios, contra oligopólios, contra dumpings, contra todas essas sacanagens criadoras de privilégios e vantagens para grupos de pessoas e de empresas, uma ‘elitização’ falsa e no mau sentido.

Ser de direita é ser a favor da economia de livre mercado, onde haja ambiente favorável ao livre empreendedorismo, à livre concorrência, e um ambiente saudável de oferta e procura, onde haja trocas voluntárias entre as pessoas da população, sem coerção estatal, onde todos possam comprar e vender sem ser obrigados ou coagidos por uma força maior chamada Estado. Onde todos sejam livres para fazer suas escolhas. Isso é o liberalismo econômico, isso é o autêntico capitalismo produtivo e de mercado, privatista, que ainda é a grande força geradora de trabalho e riqueza de um povo.

2 – Ser a favor do Estado enxuto, ou Estado Mínimo, que significa que o Estado deve ser reduzido ao seu mínimo tamanho, para que cumpra as suas funções essenciais e intransferíveis, que são: SEGURANÇA PÚBLICA, DEFESA NACIONAL, GARANTIR ATENDIMENTO MÉDICO A QUALQUER CIDADÃO, GARANTIR ESCOLARIDADE PARA QUALQUER CIDADÃO, ADMINISTRAR OS BENS PÚBLICOS, COMO RODOVIAS, AS RUAS, A ILUMINAÇÃO PÚBLICA, OS PRÉDIOS, PRAÇAS, ETC…, E ADMINISTRAR A SOCIEDADE DE MODO QUE FAVOREÇA O INGRESSO DAS PESSOAS NO MERCADO DE TRABALHO, E GARANTIR ACESSO AO PODER JUDICIÁRIO, PARA QUE TODOS TENHAM DIREITO A JUSTIÇA SEMPRE QUE TIVER ALGUM DIREITO VIOLADO OU SOFRER ALGUM DANO OU AMEAÇA PROVOCADO POR ALGUM GRUPO OU OUTRO CIDADÃO QUALQUER, QUE POR VENTURA VENHA LHE CAUSAR ALGUM MAL, GARANTIR QUE HAJA TRATAMENTO E FORNECIMENTO DE ÁGUA À POPULAÇÃO, GARANTIR A GERAÇÃO, A TRANSMISSÃO E A DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA A POPULAÇÃO, E GARANTIR QUE HAJA COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTO, E COLETA DO LIXO PÚBLICO. SEM FALAR NA MANUTENÇÃO DE FORÇAS ARMADAS PROFISSIONAIS E BEM ARMADAS PARA DEFENDER A PÁTRIA CONTRA EVENTUAIS INIMIGOS EXTERNOS E OS INIMIGOS INTERNOS DE SEMPRES QUE VIVEM A TRAMAR A DETERIORAÇÃO DA DEMOCRACIA E A TENTAR IMPLANTAR REGIMES TOTALITÁRIOS.

Essas funções supracitadas são as funções básicas de um Estado e devem estar explicitadas em sua Carta Magna.

O Estado deve administrar e garantir que esses deveres e obrigações que a Constituição lhe impõe sejam geridas de modo a não beneficiar nenhuma pessoa, grupo, ou empresa em particular – sequer as estatais, que deverão ser privatizadas assim que houver capitais no país para assumi-las, uma vez que ao estado não cabe a prerrogativa de empreendedor, a não ser por períodos em que os capitais disponíveis para tanto não existirem ainda de forma suficiente. Impedir que isso aconteça é desvirtuar a finalidade do estado.

Governar é essencialmente prestar serviços públicos de boa qualidade à população, que deve contribuir para que esses serviços sejam pagos. Governar é decidir os destinos do município, do estado e da nação, necessariamente nesta ordem e nunca ao contrário, com o apoio da cidadania e do empresariado, com ações civis e militares adotadas segundo a lei, sem casuísmos e fisiologismos, com as soluções sendo oferecidas de maneira universal e para todos os cidadãos, independente de sua condição social, de seu poder aquisitivo, de suas crenças – e até na ausência delas –, de sua cor de pele, procedência nacional, etnia, ascendência social, sexo, altura, peso, orientação moral, orientação sexual, orientação filosófica, orientação religiosa, orientação política, etc.

Governar com MÉRITO, é garantir que todas as pessoas POSSAM RECEBER, de uma administração ISENTA, o mesmo tratamento perante a Lei e uma distribuição de justiça rápida e eficaz.

São essas as funções de um Estado democrático e meritocrático, onde as pessoas só opinem no âmbito do qual estão preparadas para opinar dentro do seu grau de escolaridade (educação e ensino), ou seja, dentro do seu grau de mérito. E que, fugir disso, é errado, é ingerência indevida, usurpação e desvio de função, é intromissão espúria na vida dos cidadãos.

3 – Ser de direita é ser do Direito, da lei, e a favor das liberdades individuais, que são: o direito a liberdade de expressão, o livre exercício de sua consciência, o direito de ir e vir sem dar satisfações, o direito a propriedade privada, o direito a privacidade e a inviolabilidade de seu lar, direito a educar seus filhos como bem entender, mas de qualquer forma educá-los; direito de escolher com quem se associar, de frequentar ou não frequentar culto religioso, direito de comer e beber o que quiser, direito de viver sua vida sem ser importunado por ninguém e tutelado por quem quer que seja. E ter o direito à defesa própria da pessoa, de terceiros, e do patrimônio sem que isso seja considerado fazer justiça com as próprias mãos.

Claro que cada um desses direitos acarreta deveres correspondentes que o consubstancia, a serem cumpridos por cada pessoa da sociedade, empresa ou associação e principalmente pelo Estado, numa prática que respeite as normas de convivência social, estabelecida nos códigos civil, criminal, etc. Caso contrario o governo se torna uma completa bagunça, e as pessoas tenderão a achar que seus direitos vão muito além do ponto em que começam os direitos dos outros. As liberdades individuais são invioláveis e indiscutíveis e, por isso mesmo, somente são válidas quando elas observam os limites do respeito ao direito dos outros.

Enfim, é o cúmulo da deformidade jurídica, da interpretação egoísta, egocêntrica, deturpada da letra da lei, para beneficio próprio e em prejuízo dos demais. Isso é contra os direitos individuais. Ser de direita é primar pelo bom senso da aplicação da lei, a favor do ditado que diz, a sua liberdade termina onde começa a minha, e vice-versa.

Qualquer direito só se consubstancia com o cumprimento de deveres correspondentes e essa é a máxima da direita, ou melhor, do direito. Direitos sem deveres são anomalias jurídicas, com exceção dos chamados direitos naturais que são axiomáticos e, pois, não carecem de deveres correspondentes, muito embora existam os deveres naturais de vida gregária entre os homens.

4 – O direitista é a favor dos valores da família verdadeira, pois ela é a base da nossa sociedade, tanto do ponto de vista moral quando cultural. Quando pessoas são criadas e educadas num lar bem estruturado, tendem a se tornar cidadãos de bem. Pessoas criadas em lares divididos, em lares desfeitos, ou por pais deseducados, sem escolaridade mínima, ou que foram criados na rua, à larga das vistas de seus pais, tornam-se indivíduos que se envolvem facilmente com criminosos, com drogas, etc., e a probabilidade de terem uma vida digna se reduz muito. Quem é criado, ensinado e educado numa família com valores sólidos, com tradição, tem melhores chances, melhor estrutura, tem amparo familiar nos momentos de dificuldade, o que não ocorre com quem não tem uma família de fato.

Portanto, um “direitista” prima pela defesa e pela preservação da família.

5 – Ser contra as drogas, contra a liberação destas, a favor da criminalização do uso e do porte e da venda, pois, é dever de todo ‘direitista’, pois tais entorpecentes só causam o mal, destroem a intelectualidade do indivíduo, torna-o agressivo, fora de si, gerando dependentes, que consequentemente obrigam o poder público a ter de gastar verba pública no seu tratamento, o que nem sempre é feito de modo eficaz. Tais indivíduos passam a praticar roubos e furtos para sustentar seu vício, visto que não conseguem trabalho, pois ninguém em sã consciência dá emprego a drogados. E isso vira um circulo vicioso. Ser de direita é defender as liberdades individuais, mas não significa que essa liberdade deva ser irrestrita e inconsequente a ponto de destruir a própria vida ou transformar o indivíduo num pária social improdutivo e perigoso. Drogas geram dependência, geram debilidades, geram agressões e violências, além da destruição dos relacionamentos e das famílias.

Portanto, elas não podem ser toleradas em hipótese alguma. E a criminalização deve ser cláusula pétrea na Constituição e não objeto de relativismo moral, como pregam os defensores do “politicamente correto” típico de quem quer a ruína da sociedade.

6 – Ser ‘de direita’ é favorecer a submissão total de todas as instituições às leis estabelecidas, ou seja, ser a favor do “império da lei”, onde cada cidadão e cada autoridade constituída esteja submetida à lei, e não haja nunca qualquer ente federativo, qualquer órgão de governo, qualquer dos poderes da nação, autarquias, grupos econômicos, empresas, ou qualquer pessoa que possa agir ou se posicionar fora ou acima da lei. Todos devem respeitar a ordem estabelecida, e responder por seus atos.

7 – Ser a favor da reta interpretação da lei, sem deturpar o sentido das coisas é virtude da direita, pois o que estamos vendo a esquerda fazer é exatamente o contrário.

Se alguém pratica um crime, ele é criminoso porque teve uma má escolha de atitude e de ação social, originada ou não por má índole, e não porque seja uma “vítima da sociedade”. Essa interpretação a favor do crime e contra as vítimas é uma interpretação contumaz da esquerda socialista, que vê a bandidagem como seus aliados na desestabilização da democracia para favorecer a sua revolução e, por isso, essa defesa e essa facilitação da vida deles por meio de legislações que beneficiam tais grupos e indivíduos são, na realidade, ferramentas de seus servos e aliados na universalização e banalização das drogas, bem como do crime.

‘Direitista’ é contra isso e entende que, se a pessoa cai na vida do crime, é porque ela é de má índole ou se deixou envolver em circunstâncias que, para se conformarem, necessariamente tem que haver o desprezo à Lei a aos interesses da sociedade que criou a Lei. O interesse da coletividade não pode servir de desculpa para que se passe por cima do interesse do indivíduo, desde que obediente e em acordo com a Lei. Atos criminosos, tanto de pessoas, como de grupos, de empresas, e do estado, se tolerados ou banalizados perante a lei, destroem qualquer nação em pouco tempo. O ‘direitista’ pensa assim e está convicto de que a verdade o acompanha.

Esses SETE PONTOS são os sete pontos básicos que identificam um DIREITISTA.

Se você é a favor desses pontos, ou da maior parte deles (4 pontos pelo menos), então você tem grandes chances de ser um ‘direitista’ ou, na pior das hipóteses, um ‘centro-direitista’.

Ficou claro o que é ser de direita?

Pois bem, direitista não é contra a regulamentação estatal na economia, desde que essa regulamentação não colida com as leis próprias da economia como atividade humana ou estimulem o capitalismo de estado quando ele não se justifica ou não é mais necessário.

Direitista vê com nitidez a diferença entre tributo ou imposto e contribuição. O primeiro se destina a cobrir as despesas de governo e com as forças armadas de defesa do país. A contribuição se destina a ser empregada no financiamento dos serviços públicos que a Constituição diz ser obrigações e deveres do estado. o termo “carga tributária” refere-se, em última análise, a quantidade de dinheiro que é arrecadado apenas para o funcionamento do estado. Respeitar esses conceitos não interessa aos esquerdopatas, que querem que impostos e contribuições vão parar no mesmo saco e recebam o mesmo tratamento. Por isso, não temos serviços públicos pelo menos decentes e a despesa do governo é um saco sem fundo, e nossas forças armadas são uma piada sem o menor poder dissuasivo junto a eventuais inimigos externos e motivo de riso junto aos inimigos internos de sempre, ou seja, exatamente os esquerdopatas.

Altos “encargos sociais” – expressão que confunde imposto com contribuição – prejudicam a livre iniciativa, e elicitam intervenções mal intencionadas e impatrióticas dos governos, que longe de ajudar, querem mais é atrapalhar a economia para criar crises visando condições de implantação de suas ditaduras socialistas.

Ser “direitista” é, portanto, ser antissocialista.

Os direitistas são a favor sim, de um estado enxuto e mínimo o necessário para que exerça suas obrigações e deveres constitucionais sem interferir com as demais instâncias de poder, que são o estado e o município.

Todo “direitista” é basicamente um descentralizador e acredita que a maior parte dos governos deveria estar a cargo dos municípios e dos estados e menos a cargo do governo central, que no Brasil, é inadequadamente chamado de “governo federal”, pois estamos muito longe de fazer jus à denominação de “República Federativa do Brasil”, porque de deferalismo não temos quase nada.

Estamos muito mais próximos de uma “República Socialista do Brasil” do que de um estado federativo ou federalista. Se quiserem saber mais sobre isso, acessem http://www.if.org.br e http://www.federalistas.org.br.

O estado não deve se intrometer nos negócios pessoais de ninguém, nem das empresas, mas deve, sim, monitorá-los para ter condições de transferir aos cidadãos números fidedignos do desempenho da economia e, principalmente, de transparência de sua própria atividade de governo. Os “direitistas”, como o nome indica, são pelo DIREITO, e consequentemente pelo império da Lei e acham que os governos têm que legislar de modo equilibrado, porém eficiente, para impedir dumpings, cartéis, monopólios, oligopólios, fusões, reservas de mercado, favorecimentos ilícitos, tráficos de influência, “lobbies” diretos, e outras atividades corruptas tão em voga nos governos esquerdopatas.

Os “direitistas” sabem que o capital é apátrida e que passam a pertencer ao país onde ele é efetivamente aplicado e que o lucro do capitalista só a ele interessa onde vai ser aplicado, mas sabem também que quanto maior forem as garantias jurídicas que regulam a atividade econômica do capitalismo privado, mais estimulado o capitalista se sentirá em investir seus lucros, ou pelo menos boa parte deles, no país onde ele os obteve.

Isso só se consegue combatendo a corrupção, implantando um verdadeiro regime federalista, e através de um estado que cumpra com suas obrigações constitucionais e promova uma cidadania de melhor qualidade através de um ensino profissionalizante, de uma educação que defenda os nossos valores culturais judaico-cistãos, de uma assistência médica e hospitalar universal e de padrões pelo menos decentes, de segurança pública ostensiva, simples, mas implacável com os bandidos e uma distribuição de justiça hábil e rápida capaz de desencorajar ao máximo o descumprimento da lei.

Já repararam que a esquerda tem fomentado exatamente o contrário disso tudo? E tenta relativizar os crimes que deveriam ser “HEDIONDOS”, por pura incapacidade de enjaular as “feras” que os cometem, por não terem qualquer agenda que transforme, de fato, os hábito e estilo de vida dos encarcerados pelo trabalho diuturno, reeducação e ensino profissionalizante, capaz de realmente criar condições de que possam um dia serem reintegrados à sociedade e capacitados a levar uma vida digna. Os esquerdopatas vêm nas penitenciárias espécies de “universidades” do crime preparando mão de obra para agredir mais ainda a sociedade no pouco tempo que permanecem presos.

Os “direitistas” são contra a “regulação de preços pelo estado”, mesmo que a monitoração estatal da economia mostre diferenças exageradas entre eles. O dever do estado é o de mostrar ao consumidor onde determinado produto está mais barato em relação a sua qualidade. O estado deve incentivar grupos de compra coletiva, para pressionar a inflação para baixo, mas não deve agir como intermediário nessas ações.

Os chamados “institutos de pesquisa de opinião”, tão rápidos e eficientes em épocas eleitorais, deveriam ser postos em ação permanente de informar ao consumidor onde os produtos que consomem estão disponíveis a preços e condições mais favoráveis.

Os “direitistas” só estão interessados num tipo de igualdade: o da aplicação da lei e são contra qualquer tipo de privilégios quanto a isso ou contra a anomalia conhecida como “foros privilegiados” comumente aplicados a políticos ou ricos que têm o poder espúrio de se evadir à lei.

Os “direitistas” sabem que não existe igualdade na natureza, nem na sociedade humana e, entender isso é o passo inicial para diminuir as desigualdades exageradas.

O anticapitalismo privado, geralmente comandado pelo nefando capitalismo estatal, só é capaz de gerar uma pobreza igualitária, e não gera qualquer capacidade de trabalho e de riqueza. E um estado rico só é autêntico quando o povo é rico. Caso contrário acaba se transformando num gigante de pés de barro que irá se esboroar sob seu próprio peso.

Rússia e Europa que o digam!

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